sexta-feira, 25 de março de 2011

Reflexões de sexta à noite

Dizem que escrevo mais ou menos bem, e que tenho mais ou menos piada... Aliás, exceptuando uma ou outra coisa que faço excepcionalmente bem - mas não vou revelar, porque não me parece bem falar da minha vida sexual em público - na maioria das vezes, o meu desempenho fica-se pelo mais ou menos.

Ora bem, ser mediano nas coisas que faço tem as suas vantagens. Em primeiro lugar, quando faço algo que sobreponha um pouco a barreira do suficiente, as pessoas congratulam-me, porque não esperavam aquilo de mim... e em segundo lugar, porque quando as coisas correm mal, a queda é pequena, já que os padrões à priori não eram demasiado elevados.
Segundo consta, sou dotado de um enorme potencial... pelo menos, foi isto que ouvi em todo o percurso, desde a tenra idade em que em criança esperava atingir o patamar de adulto, até à de hoje em dia, em que sendo adulto, luto para permanecer criança... Contudo, creio que nunca consegui explorar todo o potencial que possuo, talvez porque nunca me tenha focado em algo a 100%, e porque vivo um pouco com o pé na terra e a cabeça na lua.
O meu próximo passo no caminho da evolução como ser humano, será focar-me nas coisas... Ser menos Peter Pan, e ser mais responsável. Quero que olhem para mim, não só como o tipo porreiro (e extremamente atraente!) que sou, mas também com admiração e respeito.

Enjoy you're weekend,
Beijos e abraços

quinta-feira, 24 de março de 2011

Sondagem

Se ainda não repararam, existe uma sondagem do lado direito do Blog. Não é algo tão elaborado - nem tão intrusivo - como os CENSOS, mas serve para avaliar a vossa opinião, sobre este humilde espaço de reflexão. Da análise do resultado, concluo que há duas pessoas que acham o meu blog medíocre. Ainda bem :)
Coloquei essa opção, na esperança que alguém se chegasse à frente para avaliar convenientemente o mesmo.
Independentemente disso, há 3 pessoas - masoquistas presumo - que gostam mais disto que de chocolate. Ou seja, pessoas que preferem o desfazer na boca das palavras proferidas pelo punho deste autor (eu!), ao doce, e aveludado sabor do belo derivado do cacau... tomem!

Nos últimos tempos, tenho andado numa roda viva, e não tenho tido muito tempo para escrever. Nem sequer estudei o novo acordo ortográfico decentemente, mas já percebi que não o usar, é sinal de revolta contra o sistema, e logo de rebeldia. Como toda a gente sabe, as mulheres gostam é de homens rebeldes, e sendo assim, escrever em português pré-acordo-ortográfico atrai as mulheres... Não sei se esta explicação vos convenceu, mas é a que uso comigo todos os dias.

Prometo ser assíduo a partir de agora, e escrever mais... para não vos deixar com esse cara de crianças à porta do infantário à espera que o pai atrasado as venha buscar, depois de todas as outras crianças terem ido já para casa, com os respectivos.

Beijos e abraços,
D.

sábado, 12 de março de 2011

O gajo que gosta de andar de bicicleta

É difícil explicar a quem não seja deste mundo do btt, o porquê de acordarmos ás 5h30 da manhã para nos deslocarmos para uma zona remota, subir e descer monte... é difícil explicar a quem nunca competiu, as sensações porque passamos durante uma maratona, desde o som dos encaixes dos pedais no arranque, até ao visualizar a meta 100m à nossa frente... é difícil explicar porque treino todos os dias, na tentativa de ser o melhor que posso ser...
Enfim, eu sinceramente já desisti de tentar mostrar ás pessoas o meu ponto de vista, que cada um encontra o equilíbrio a fazer as coisas que gosta, e que se a felicidade - nem que momentânea - está ao nosso alcance, devemos agarrá-la.

Se não fosse o btt, eu provavelmente passaria o fim-de-semana no quarto a ver porno, e a brincar com a cobra zarolha (não é que não o faça também), e nesse caso não seria criticado... ou talvez o fosse, porque as pessoas vêm-se no direito de julgar as outras...
É triste, e mesmo em tom de brincadeira, há dias em que esse tipo de coisas me caem mal, e me torço e contorço por dentro para não ofender ninguém.
Não peço que compreendam ou que aceitem, apenas que respeitem!

quarta-feira, 9 de março de 2011

Coisas

Na segunda-feira fui correr para o parque. Como ainda não está tempo suficientemente quente para usar calções (no meu entender), optei por levar umas calças de lycra próprias para o efeito, que ao contrário das calças de fato-treino por exemplo, não prendem os movimentos da passada. Ao fim da terceira volta, deparo-me com duas teenagers, a descer as escadas na altura em que eu as estava a subir, e por simpatia sorri... grave erro!
Não me lembro como é que eu reagiria no mesmo caso quando tinha a idade delas, mas sei que durante as voltas seguintes fui galado da perspectiva de um banco de jardim. Todas as vezes que passava, conseguia ouvir os sorrisinhos, e ver aquela expressão envergonhada típica das miúdas daquela idade.
Voltei a casa confuso, a pensar se não seria o meu corte de cabelo demasiado parecido com o do Justin Bieber, ou então se não tenho de repensar a minha indumentária desportiva...

quinta-feira, 3 de março de 2011

Crazy little thing called love

Agora que estou inundado de maturidade, em muito derivado ao meu novo estatuto etário, tenho despendido menos tempo a debruçar-me sobre as minhas teorias, e mais a trabalhar... Contudo - tal como Kadafi - sei o quanto vocês me querem, e me amam, e fiz o esforço de vir escrever umas pequenas linhas no blog.

Hoje vou falar de amor, para que não digam que sou frio e insensível, e só falo se sexo e masturbação.
O amor é um sentimento que brota do interior e aparece quando menos esperamos... tal como aqueles senhores da Zon, quando estamos em casa a tentar descomprimir um pouco (não obrigado, não necessito de mais canais, porque eu recorro à pornografia na web!).

Ora bem, o amor é complicado. Não o amor em si, mas as relações entre pessoas. Isto porque as pessoas são seres complexos, que suprimem em demasia o instinto animal, acabando por pensar demasiado, e terem atitudes demasiadamente calculistas... no fundo o amor é simples, as relações são simples, e os sentimentos podem ser facilmente desmultiplicados sem grande dificuldade.

A sociedade estipulou um standard para a palavra "amor", uma estrutura para a palavra "relação", e a tudo o que salte fora dessa zona, é atribuída uma denominação diferente.
Cada vez menos se age por instinto, cada vez menos as pessoas deixam "ver onde a coisa vai dar", e cada vez mais  o ideal de romantismo não passa disso mesmo, um "ideal", acabando por ser subjugado por um conjunto de outros sentimentos muito menos importantes...

Live love large,
beijos e abraços

domingo, 9 de janeiro de 2011

Vinte e seis

Há acontecimentos que marcam a vida de uma pessoa, o dia em que se completa 26 anos de idade é uma delas.
Em primeiro lugar, porque significa que não faleci aos 25, o que já por si é um aspecto positivo... e porque pouco a pouco se vai aproximando a altura em que terei permissão moral para no meu léxico utilizar palavras como "lápes", e "equipe"; poderei participar em excursões a Fátima de autocarro: e terei toda a legitimidade do mundo para começar as frases com "no meu tempo..."

Ontem vinha no carro de Aveiro, em direcção a Celorico de Basto, e fiz uma pequena retrospectiva da minha vida - também levantei o dedo do meio numa rotunda, mas neste momento isso não é relevante - e percebi que em 26 anos de idade já vivi muitas coisas. Umas engraçadas, outras menos... umas giras, e outras não-giras... Mas o mais importante, é que me apercebi do privilégio que é poder crescer.

Cada mudança de dígito na data de aniversário traz consigo novas experiências, permite-me conhecer pessoas novas, usufruir de valiosas lições de vida. Cada ano é uma nova oportunidade para evoluir como ser humano, para fazer melhor as coisas, para sorrir e fazer sorrir; para dar e receber abraços; para conhecer coisas novas e rever as antigas... Enfim, para aproveitar esse grande privilégio que é viver.

De resto cumpri o ritual, comi o típico bolo de aniversário - aproveitando o facto de ainda não ser sujeito a restrições alimentares - e bebi um belo copo de champanhe.

A todas as pessoas que se lembraram do meu aniversário, o meu singelo mas sentido obrigado :)
Beijos e abraços

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

O último do ano

Agora que 2010 começa a caminhar para o final - já bastante encurvado, e cheio de cataratas - quero agradecer a toda e cada uma das pessoas que estiveram presentes na minha vida, durante este último ano.
Independentemente do formato da vossa presença, e dos momentos que partilhamos, foi para mim uma honra e um privilégio que estivessem comigo.

E uma vez que 2011 começa a ficar irrequieto, e a dar fortes pontapés no ventre materno, tal é a vontade de ver a luz... só espero que este traga mais bons momentos para partilharmos juntos.

Sem vocês a minha vida não seria o mesmo!

Boas entradas, e um óptimo 2011
Beijos e Abraços